Lado a Lado nasce do instante em que o amor se torna ação — quando alguém se curva, não por fraqueza, mas por compaixão.
Aqui, a grandeza não está no que se dá, mas em como se oferece: com mãos estendidas, olhos atentos e coração aberto.
A tela retrata esse gesto silencioso — o de quem se ajoelha ao lado da dor do outro, não para carregá-lo sozinha, mas para dizer: “Você não está só.”
A caridade que compreende, que perdoa, que espera… é essa que permanece.
Porque, no fim, entre a fé e a esperança, o maior dom é aquele que se revela em atos: a caridade.